Na verdade, já quase no meio do filme, percebi que ele se passa na Espanha, mas como não tive tempo de ver hoje, vou falar sobre ele mesmo assim. Em todos os lugares que procurei sobre esse filme, falam que é uma produção mexicana mesmo, mas a história acontece em Barcelona, na Espanha. Escolhi assistir esse hoje porque tem esse filme no Netflix e eu estava um pouco sem tempo para procurar outros.
O filme é dirigido por Alejandro Gonzáles Iñarritu. É sobre um homem chamado Uxubal (Javier Bardem) que tem a custódia de seus dois filhos e vive separado da esposa. Uxubal descobre que tem câncer e teme pelo futuro de seus filhos, já que ele é órfão. Uxubal não pode contar com a mãe das crianças pois ela sofre de transtorno bipolar e alcoolismo, além disso, ele não tem muitos amigos e ganha dinheiro fazendo alguns trabalhos ilegais.
O filme também tem bastante referencia a espiritualidade. Fala sobre aceitação da morte e sobre resolver pendências. Acho que esse lado da personagem de Bardem poderia ter sido mais explorada.
Sinceramente, não gostei muito desse filme. Me decepcionei quando vi que ele não se passava na América Latina e, depois disso, acabei me dispersando um pouco. Some a isso o fato de que o filme tem mais de suas horas de duração e imagine a minha agonia enquanto assistia.
Mesmo assim, gostei bastante da fotografia e dos movimentos de câmera. A câmera é sempre ágil e dá um ritmo bom para o filme.
Não acho que o filme seja ruim, admito que hoje eu não estava no meu melhor estado para assistir um filme tão longo e introspectivo. E também broxei demais com a história da Espanha. É um filme que merece uma segunda chance, mas por enquanto só quero saber dos filmes hermanos da América Latina mesmo. Fica para depois.


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